E esperei mais essa vez. Até quando vai ser "mais essa"? Não me limito até um ponto.
É mais que isso, é um aviso. Que chega de um lado sem certeza, sem sons e fala com códigos multi interpretáveis. Imaginar da maneira que quiser, se pode ver de diversas formas, sem formas, disformes. Se desviam ao lado e ao outro desse quarto vazio e cheio de amarelas lembranças, de um passado que parece nem ter existido. Junto dele, e algo me impede, me prende e me sufoca. E renovado, com novos humores me espanta tanta ausência de fatos - ou o excesso deles contando o contrário.
Por quilômetros pensei em nem saber mais. E o limite nunca chegou, só se distanciava ao passo que mais perto eu chegava. Se ao menos me favorecesse, não teria tanta dúvida de matar a alma.
Querer ser exagerada e não ver o mais ruim se não se apresenta aos meus olhos embaçados um semblante amigo. Escrever essas palavras desastrosas e só lindas e lúdicas e cheias de brilho e cobertas de amor e regadas à canções. Amargas e tortas e negras na minha frente, um desafio que não só posso passar. Ao meu lado e seguir ao lado. Muito.
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